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Quando digo a brisa
é pra que ela sopre no mar
pro mar murmurar ao vento
pro vento bater na bruma
pra bruma lavar o bosque
pro bosque balançar os ramos
pros ramos estremecerem em flores
pras flores bailarem nos campos
pros campos verdejarem os sonhos
pros sonhos tornarem-se reais.
Dalva Abrahão
5º Lugar - 10º FESP - 1995
Pág:96 da Coletãnea "Quinze Anos de Poesia"
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