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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Prêmio Cell da "Proibido Proibir"



Noturnal

Quando ave
deixa-me noturna.
Melodia, ouça-me serenata.
Quando luz clarão de lua
beije o céu...

O céu da minha boca.

Quando vento
sinta leve açoite.
Quanto à flor
sou dama da noite.
Se farol
acenda o mar e a estrada.
Para seres meu sereno
meu moreno...
Quando madrugada. 
 
Dalva Abrahão

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