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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Prêmio Cell da "Proibido Proibir"



Sementeira
.
O arado sulca a terra.
Preparo do plantio
pra mais tarde
a alegria da colheita.

O tempo sulca...Rugas na pele.
Minuciosa trabalheira.

Enfim deitamos...
Nessa eterna sementeira.

Dalva Abrahão

Um comentário:

  1. "Enfim deitamos...Nessa eterna sementeira". Maravilhoso , Dalva...maravilhoso...suas poesias são belas. Obrigado por você criar estes versos, pois como vc bem sabe, quando um poeta cria , dá vida à um poema, neste exato momento, seus versos não lhe pertecem mais e sim, pertecem à humanidade.

    Seu fã,

    Miquito !

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